
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Humor.
No meio de um julgamento, pergunta o Juiz:- O senhor chegou em casa mais cedo e encontrou a suamulher na cama com outro homem, correto?- Correto, meritíssimo! - diz o réu de cabeça baixa.Continua o juiz:- Então o senhor pegou sua arma e deu um tiro na sua mulher,matando-a na hora, correto?- Correto, meritíssimo! - repete o réu.- E por que o senhor atirou nela e não no amante dela?O réu responde:- Senhor Juiz.... Me pareceu mais sensato matar uma mulher uma única vez, do que um homem diferente todos os dias.Foi absolvido na hora!Corno, porém sensato!
Sobrinho da governadora se nega a fazer bafômetro e é liberado em blitz

Um sobrinho da governadora Wilma de Faria foi barrado por volta da 0h de hoje em uma blitz de trânsito na saída do Carnatal. André Faria dirigia a uma Ranger branca de placa MZG 2607 acompanhado do amigo Osvaldo Moura Neto, que é filho de um ex-corregedor da polícia. Depois de vários minutos de conversa os policiais convenceram André a se dirigir á delegacia de plantão que funciona na Escola Estadual Regulo Tinôco durante a festa.A reportagem da TRIBUNA DO NORTE tentou acompanhar o procedimento mas foi impedida pelos policiais do local. O pai de André, que é ex-diretor do Detran, e assessores da governadora estiveram no local para resolver a ocorrência. André foi liberado após poucos minutos. Enquanto tentava registrar sua saída, o amigo Osvaldo tentou agredir o fotógrafo Rodrigo Sena.O delegado de plantão, identificado como Elinaldo, não estava no local para prestar mais esclarecimentos sobre o procedimento que foi tomado. Na manhã desta sexta-feira (4) o escrivão da delegacia de plantão da zona Sul confirmou que a DP não recebeu nenhuma ocorrência de embriaguez ao volante, nem relacionada ao nome de André Faria.
Do Blog: Se fosse filho meu ou seu, meu caro internauta? A essa hora ja tinha sido preso e tratado como um delinquente e com a ficha "mais suja que papel higiênico" , mas infelizmente isso é Brasil.
Pão de Açúcar faz acordo para compra das Casas Bahia, diz jornal
O grupo Pão de Açúcar fez um acordo para adquirir o controle da rede de varejo Casas Bahia, publicou a edição online do jornal "O Estado de S. Paulo" nesta sexta-feira (4), sem citar fontes. O G1 apurou que o negócio será anunciado ainda nesta manhã.
O Pão de Açúcar informou que fará um anúncio ainda nesta sexta-feira, mas não informou detalhes. Procurada, a assessoria de imprensa das Casas Bahia informou que não tinha conhecimento do acordo publicado pelo jornal.
Confirmada a aquisição, o Pão de Açúcar se consolidará na liderança do varejo brasileiro, tomando distância do Carrefour. O anúncio oficial da operação será feito ainda durante esta manhã. Em junho deste ano, o Pão de Açúcar anunciou a compra da rede de varejo de eletrônicos e eletrodomésticos Ponto Frio, por R$ 824,5 milhões, retomando a liderança do varejo brasileiro, que havia sido perdida para o grupo francês.
Fonte:http://g1.globo.com/
O Pão de Açúcar informou que fará um anúncio ainda nesta sexta-feira, mas não informou detalhes. Procurada, a assessoria de imprensa das Casas Bahia informou que não tinha conhecimento do acordo publicado pelo jornal.
Confirmada a aquisição, o Pão de Açúcar se consolidará na liderança do varejo brasileiro, tomando distância do Carrefour. O anúncio oficial da operação será feito ainda durante esta manhã. Em junho deste ano, o Pão de Açúcar anunciou a compra da rede de varejo de eletrônicos e eletrodomésticos Ponto Frio, por R$ 824,5 milhões, retomando a liderança do varejo brasileiro, que havia sido perdida para o grupo francês.
Fonte:http://g1.globo.com/
Perto do fim da carreira, Pet constata: ‘Para mim, esse título não tem preço’

Antes mesmo de assinar contrato com o Flamengo, Petkovic avisou que voltaria porque faltava um título brasileiro na carreira dele. Virou motivo de chacota, deboche. Meses depois, neste domingo, o sérvio tem a chance de realizar o sonho. Basta vencer o Grêmio, no Maracanã. Mais do que uma oportunidade, ele encara o jogo como talvez a última chance.
- Para mim, esse título não tem preço. O jogador mais jovem talvez tenha a chance de ganhar daqui a dez anos, mas para mim não. No momento em que estou, perto do fim da carreira, seria maravilhoso – disse o apoiador, de 37 anos.
O carinho da torcida do Flamengo, Pet tem desde 2001, quando marcou de falta o gol do tricampeonato carioca sobre o Vasco. Ele tem a chance de multiplicar a idolatria no domingo. E aprendeu a valorizar sua importância para a torcida.
- Tenho consciência (de que sou ídolo), antigamente não tinha. Vivo momento maravilhoso. Sempre falei que a torcida é impressionante e o carinho que me dá, queria retribuir. Minha volta foi por causa disso – afirmou.
Enquanto os rubro-negros esperam que o próprio Pet e Adriano sejam os responsáveis por decidir o título para o Flamengo, o apoiador pede que a equipe mantenha a postura que a fez chegar à última rodada com chance real de ser campeã:
- Temos a chance de fechar o ano com chave de ouro. Espero que a gente consiga fazer aparecer o grupo, o coletivo, a união, porque só assim um ou outro jogador faz a diferença.
O Flamengo precisa vencer o Grêmio, no Maracanã, para ficar com a taça. O GLOBOESPORTE.COM acompanha a partida a partir de 17h (de Brasília). A TV Globo transmite para o Rio de Janeiro.
Fonte:http://globoesporte.globo.com/Esportes/Flamengo/0,,9865,00.html
- Para mim, esse título não tem preço. O jogador mais jovem talvez tenha a chance de ganhar daqui a dez anos, mas para mim não. No momento em que estou, perto do fim da carreira, seria maravilhoso – disse o apoiador, de 37 anos.
O carinho da torcida do Flamengo, Pet tem desde 2001, quando marcou de falta o gol do tricampeonato carioca sobre o Vasco. Ele tem a chance de multiplicar a idolatria no domingo. E aprendeu a valorizar sua importância para a torcida.
- Tenho consciência (de que sou ídolo), antigamente não tinha. Vivo momento maravilhoso. Sempre falei que a torcida é impressionante e o carinho que me dá, queria retribuir. Minha volta foi por causa disso – afirmou.
Enquanto os rubro-negros esperam que o próprio Pet e Adriano sejam os responsáveis por decidir o título para o Flamengo, o apoiador pede que a equipe mantenha a postura que a fez chegar à última rodada com chance real de ser campeã:
- Temos a chance de fechar o ano com chave de ouro. Espero que a gente consiga fazer aparecer o grupo, o coletivo, a união, porque só assim um ou outro jogador faz a diferença.
O Flamengo precisa vencer o Grêmio, no Maracanã, para ficar com a taça. O GLOBOESPORTE.COM acompanha a partida a partir de 17h (de Brasília). A TV Globo transmite para o Rio de Janeiro.
Fonte:http://globoesporte.globo.com/Esportes/Flamengo/0,,9865,00.html
O populismo fracassado que resiste na América Latina

O mundo assistiu à queda do Muro de Berlim há 20 anos. As revoluções socialistas e marxistas já fazem parte do século passado e a bipolaridade entre os EUA e a URSS já não domina mais as relações políticas mundiais. Mas por que a América Latina insiste em ressuscitar chefes de estado populistas empenhados em aplicar as mesmas políticas fracassadas do passado? Por que continuamos presos a uma visão marxista da sociedade e a uma mentalidade da Guerra Fria que separa o Norte do Sul, projetando uma luta de classes entre os ricos e os pobres para o terreno étnico e social? Enfim, o que está ocorrendo com a nossa democracia?
Aprendi desde cedo que a precondição necessária de todo governo democrático é a proteção às liberdades civis. No entanto, mesmo para uma definição mínima de democracia, não bastam nem a atribuição a um elevado número de cidadãos do direito de participar da tomada de decisões coletivas, nem a existência de procedimento eleitoral para caracterizar um sistema democrático. É indispensável uma terceira condição: é preciso que aqueles que são chamados a decidir sejam colocados diante de alternativas reais de liberdade de expressão e postos em condição de poder exigir o respeito ao cumprimento das leis e aos princípios democráticos.
E o populismo ignora justamente isso, pregando uma democracia fajuta que não leva em conta os direitos individuais. A América Latina é um exemplo inequívoco de que o populismo econômico e político resistem mesmo diante dos mais contundentes fracassos. Imprensa acuada, Judiciário cooptado, opositores exilados, economia estatizada, Legislativo domesticado, educação ideologizante e liberdade amordaçada são as marcas contundentes de uma América Latina cercada de governantes interessados no “socialismo do século XXI”. E o que mais impressiona são os formadores de opinião prontos a lhes dar credibilidade e simpatizantes ansiosos por conceder vida nova a ideias que pareciam extintas.
Aliás, por que ninguém questiona que a entrada da Venezuela no Mercosul significa ratificar os projetos autoritários do coronel Chávez, além simbolizar uma ameaça à estabilidade da América Latina com o financiamento e o apoio a grupos radicais de países vizinhos, a formação de uma milícia civil e a aliança com a ditadura cubana de Fidel Castro?
Mas uma evidência me deixa muito otimista: por causa da inexorável passagem do tempo, a atual geração de jovens não está mais interessada em trocar os bons costumes da democracia por regimes que agridem as liberdades constitucionais. A atual juventude representa o pós-muro de Berlim, pós-Guerra Fria, pós-ditadura militar. Não almejam burlar as regras do jogo, muito menos pensar em fazer revoluções estudantis com anarquia e greves desnecessárias. Não desejam mudar o mundo com rupturas e transgressões morais e diplomáticas, pois se hoje temos liberdade para tratar de qualquer assunto em uma imprensa livre, é porque nascemos sob a proteção daqueles que justamente lutaram pela liberdade.
Será possível que os jovens idealistas e adultos engajados devam renunciar-se à sua liberdade e voluntariamente entregar-se à vontade de um governo onipotente? Que devam procurar a alegria num sistema no qual sua única tarefa será a de servir como uma peça a mais numa grande máquina projetada e manipulada por um planejador todo-poderoso? Não sei se estamos anestesiados, ou se nada nos interessa. O fato é que há um novo fenômeno político na América Latina pronto para pisotear as liberdades individuais e a democracia representativa.
Por Murilo Medeiros
Aprendi desde cedo que a precondição necessária de todo governo democrático é a proteção às liberdades civis. No entanto, mesmo para uma definição mínima de democracia, não bastam nem a atribuição a um elevado número de cidadãos do direito de participar da tomada de decisões coletivas, nem a existência de procedimento eleitoral para caracterizar um sistema democrático. É indispensável uma terceira condição: é preciso que aqueles que são chamados a decidir sejam colocados diante de alternativas reais de liberdade de expressão e postos em condição de poder exigir o respeito ao cumprimento das leis e aos princípios democráticos.
E o populismo ignora justamente isso, pregando uma democracia fajuta que não leva em conta os direitos individuais. A América Latina é um exemplo inequívoco de que o populismo econômico e político resistem mesmo diante dos mais contundentes fracassos. Imprensa acuada, Judiciário cooptado, opositores exilados, economia estatizada, Legislativo domesticado, educação ideologizante e liberdade amordaçada são as marcas contundentes de uma América Latina cercada de governantes interessados no “socialismo do século XXI”. E o que mais impressiona são os formadores de opinião prontos a lhes dar credibilidade e simpatizantes ansiosos por conceder vida nova a ideias que pareciam extintas.
Aliás, por que ninguém questiona que a entrada da Venezuela no Mercosul significa ratificar os projetos autoritários do coronel Chávez, além simbolizar uma ameaça à estabilidade da América Latina com o financiamento e o apoio a grupos radicais de países vizinhos, a formação de uma milícia civil e a aliança com a ditadura cubana de Fidel Castro?
Mas uma evidência me deixa muito otimista: por causa da inexorável passagem do tempo, a atual geração de jovens não está mais interessada em trocar os bons costumes da democracia por regimes que agridem as liberdades constitucionais. A atual juventude representa o pós-muro de Berlim, pós-Guerra Fria, pós-ditadura militar. Não almejam burlar as regras do jogo, muito menos pensar em fazer revoluções estudantis com anarquia e greves desnecessárias. Não desejam mudar o mundo com rupturas e transgressões morais e diplomáticas, pois se hoje temos liberdade para tratar de qualquer assunto em uma imprensa livre, é porque nascemos sob a proteção daqueles que justamente lutaram pela liberdade.
Será possível que os jovens idealistas e adultos engajados devam renunciar-se à sua liberdade e voluntariamente entregar-se à vontade de um governo onipotente? Que devam procurar a alegria num sistema no qual sua única tarefa será a de servir como uma peça a mais numa grande máquina projetada e manipulada por um planejador todo-poderoso? Não sei se estamos anestesiados, ou se nada nos interessa. O fato é que há um novo fenômeno político na América Latina pronto para pisotear as liberdades individuais e a democracia representativa.
Por Murilo Medeiros
MARAJÁ NOTA 10
O presidente do Congresso Nacional, senador José Sarney (PMDB) é um privilegiado. Somando todas as aposentadorias que tem, inclusive a de governador vitalício do Maranhão, o salário dele chega a mais de 53 mil reais por mês sem se falar com as mordomias a que tem direito na condição de presidente do Senado Federal. E a Constituição Federal diz que o maior salário brasileiro não pode ser superior a de um ministro do Supremo Tribunal Federal em torno de 25 mil reais. Aqui no RN, umn auditor fiscal da Secretaria Estadual de Tributação ganha mais do que isso. Com um agravante: a cada 90 dias o salário é reajustado de acordo com o aumento da arrecadação do ICMS. Enquanto isso, quase 90% dos servidores estaduais não ganham mais de dois salários mínimos. POde? Isso é socialismo? É não senhor.É capitalismo selvagem.
Fonte:http://blogdojurandynobrega.zip.net/index.html
Fonte:http://blogdojurandynobrega.zip.net/index.html
Garibaldi Filho diz que entraves burocráticos e outros problemas contribuem para a lentidão das obras do PAC no RN e no País

O senador Garibaldi Filho(foto) fez pronunciamento no Senado abordando o andamento das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) no País e no Rio Grande do Norte.Ele disse que os entraves burocráticos, a falta de coesão e os conflitos entre órgãos governamentais, a ineficiência das empresas públicas envolvidas nos projetos, e o clima de instabilidade regulatória são alguns dos obstáculos que impedem um melhor andamento das obras do PAC.Além de elencar estes entraves para o PAC, o senador potiguar acrescentou que as dificuldades de licenciamento ambiental também interferem no bom andamento do programa.Passados dois anos e nove meses desde o lançamento do PAC, o acompanhamento da execução do programa apresenta números conflitantes, de acordo com Garibaldi.Enquanto o balanço oficial referente a agosto passado aponta que 22% das obras foram concluídas, análise do site Contas Abertas, baseada em relatórios estaduais apresentados pelo comitê gestor do PAC indica que apenas 7% do total dos 11.900 projetos a serem realizados foram concluídas.A diferença é que o governo federal exclui de suas contas as obras com saneamento e habitação."Não há dúvida de que há muito o que comemorar em matéria de realizações do PAC.Mas, decorridos dois anos e nove meses de seu lançamento, muito mais já poderia ter sido feito. E a lentidão que afeta o Programa em nível nacional, bem como alguma controvérsia sobre o quanto já foi efetivamente realizado, se repete no nosso estado do Rio Grande do Norte", afirmou Garibaldi.E acrescentou: "Além das controvérsias sobre os seus resultados, frutos naturais da disputa política na maior parte das vezes, o PAC enfrenta vários problemas. Os principais são o encarecimento das obras e a dificuldade de tirá-las do papel".PAC no RN - Segundo o senador potiguar, o PAC prevê para o RN R$ 15,1 bilhões, sendo R$ 12,2 bilhões até 2010.Dentre as principais obras no Estado estão a construção do aeroporto de São Gonçalo do Amarante, a implantação de um projeto de irrigação em Santa Cruz do Apodi, o eixo norte da transposição do São Francisco, a ampliação do terminal salineiro de Areia Branca, a dragagem e aprofundamento do porto de Natal e a duplicação da BR-101.Garibaldi disse que ao analisar o balanço feito pelo Governo, referente ao Rio Grande do Norte, identificou seis ações concluídas, de um total de 243.Ele listou como finalizados, de acordo com o último relatório do PAC, o terminal salineiro de Areia Branca, a duplicação da BR-101, a urbanização de Nossa Senhora da Apresentação, em Natal, a termelétrica do Vale do Açu e o trecho do gasoduto da Malha Nordeste.
Entidade quer proibição de remédio para emagrecer nos EUA

LISA RICHWINEda Reuters, em Washington
O remédio para emagrecer Meridia, do laboratório Abbott, deveria ser proibido imediatamente devido aos riscos relacionados ao coração, disse ontem um grupo de defesa dos consumidores em petição enviada ao órgão regulador do governo dos Estados Unidos.
O grupo Public Citizen disse que resultados antecipados de um estudo internacional de larga escala chamado Scout aumentou as preocupações anteriores do grupo com relação aos eventuais problemas cardíacos causados pelo Meridia.
"O fato de que [o Meridia] aumentou o número e a porcentagem de eventos cardiovasculares [no estudo]... deve levar à remoção imediata do produto do mercado", disse o Public Citizen, grupo de direitos dos consumidores, em petição apresentada junto à agência responsável pelo controle de drogas e alimentos dos EUA (FDA, na sigla em inglês).
A FDA disse em novembro que descobertas preliminares do estudo Scout com 10 mil pacientes mostraram que 11,4% dos pacientes que tomaram Meridia morreram ou sofreram paradas cardíacas ou derrames.
O número foi de 10% para os pacientes que tomaram placebo.
A agência acrescentou à época que estava revendo seus dados, mas que era muito cedo para tirar conclusões. Uma porta-voz da FDA disse na quinta-feira que não poderia comentar a petição do grupo Public Citizen.
O Meridia, ou sibutramina, é um inibidor de apetite aprovado para tratar a obesidade em adultos. O medicamento pode causar efeitos colaterais desde dor de cabeça e constipação até pressão alta e aceleração do batimento cardíaco.
O porta-voz do laboratório Abbott Kurt Ebenhoch disse que o remédio é seguro quando usado como recomendado. O Meridia "não é recomendado ou aprovado para o uso em mais de 90 por cento dos pacientes que participaram do estudo Scout", disse ele.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
DEMOCRATAS AGE COM SERIEDADE

Prezado amigo filiado, Prezada amiga filiada, A respeito das graves denúncias relacionadas ao governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, o Democratas informa que, em reunião extraordinária da Executiva Nacional, ocorrida ontem, o partido decidiu instaurar um processo disciplinar com pedido de expulsão do governador, segundo prevê o nosso Estatuto e os princípios democráticos de Direito. A decisão da Executiva foi a de conceder ao governador o direito de apresentar em 8 dias a sua defesa. A Comissão Executiva designou o nosso ex-deputado, que também exerceu o cargo de primeiro vice-presidente da Câmara, José Thomaz Nonô para ser o relator do processo, que será votado por toda a Executiva na próxima quinta-feira, 10 de dezembro, impreterivelmente. O Democratas não se omitiu e tomará as devidas providências. Estou certo de que o nosso partido, ao enfrentar essa crise, sairá mais fortalecido do que antes. É importante que o nosso filiado confie que o Democratas é diferente e que vai agir como nenhum outro partido fez até hoje. Como presidente nacional, tenho a convicção de que por agir dessa maneira, o Democratas continuará merecendo o respeito e a confiança de nossos eleitores, filiados e de toda a sociedade brasileira. Um forte abraço, Rodrigo Maia
Fonte:http://www.blogdemocrata.com.br/
Henrique Alves e Michel Temer tiveram seus nomes citados como beneficiários do mensalão do DEM

O deputado federal e líder do PMDB na Câmara dos Deputados, Henrique Alves, teve seu nome citado como um dos beneficiários do que está sendo denominado de mensalão do DEM, envolvendo atos de corrupção praticados pelo governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, e seus assessores.O diálogo no qual o nome de Henrique é citado foi gravado por Durval Barbosa, o colaborador da Polícia Federal na Operação Caixa de Pandora, com o empresário Alcyr Collaço, flagrado em vídeo colocando dinheiro na cueca.Além de Henrique, também foram citados o presidente da Câmara, deputado Michel Temer, e mais dois deputados federais do PMDB.Confira reportagem publicada na Folha de S.Paulo, edição desta quinta-feira(3):Integrantes da cúpula do PMDB são citados como beneficiários do mensalão do DEM em diálogo gravado por Durval Barbosa, o colaborador da PF na Operação Caixa de Pandora, com o empresário Alcyr Collaço, flagrado em vídeo colocando dinheiro na cueca.A Folha teve acesso ao vídeo no qual Collaço fala sobre uma suposta propina paga a caciques peemedebistas na Câmara: o presidente da Casa, Michel Temer (SP), o líder do partido na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN), e os deputados federais Eduardo Cunha (RJ) e Tadeu Filippelli (DF).Esse é o grupo que chancelou a permanência de Filippelli no comando do PMDB-DF, forçando a saída de Joaquim Roriz do partido em setembro. Roriz foi rifado com a aliança dos peemedebistas com o governador José Roberto Arruda (DEM). O democrata o acusa de estar por trás das denúncias.Na gravação, Barbosa diz que Arruda "dava 1 milhão por mês para Filippelli". Collaço fala em outro valor e detalha a suposta partilha: "É 800 pau [sic]. Quinhentos pro Filippelli, 100 para o Michel, 100 para Eduardo, 100 para Henrique Alves".O vídeo foi entregue à Polícia Federal, mas não há menção a gravação a nenhum dos peemedebistas citados. Deputados federais só são investigados com autorização do Supremo Tribunal Federal."Não sei por qual razão se destinaria verba para mim. É mais uma infâmia, lamento dizer isso", afirmou Temer.Filippelli disse que vai acionar Barbosa e Collaço na Justiça.Henrique Eduardo Alves não foi localizado.Eduardo Cunha afirmou que "não tem qualquer relação com essas pessoas".
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Arruda ameaça e DEM desiste de ‘expulsão sumária’

_Ao final de uma reunião tensa com integrantes da cúpula do DEM, José Roberto Arruda lançou no ar uma frase enigmática:
“Se o partido radicalizar comigo, vou radicalizar também”, disse o governador do Distrito Federal, em timbre de ameaça.
Ficou boiando na atmosfera a impressão de que Arruda dispõe de munição. Pior: Levado ao pelourinho, não hesitaria em abrir o paiol.
A conversa com os mandachuvas do DEM consumiu duas horas da tarde desta segunda (30).
Deu-se em Águas Claras, a residência oficial do governador do DF. O encontro foi tenso. Começou com as explicações de Arruda.
Na essência, expôs aos companheiros de partido o mesmo trololó que repetiria depois aos repórteres.
Desqualificou Durval Barbosa, o ex-secretário que se converteu em delator junto ao Ministério Público.
Reconheceu o recebimento de verbas. Disse que a coisa fora contabilizada. Não convenceu.
Coube a Demóstenes Torres (GO) eletrificar o ambiente. Primeiro, o senador soprou.
Disse a Arruda que ele tem “grande chance” de safar-se das acusações de corrupção no âmbito judicial.
Elogiou a competência dos advogados do governador –José Eduardo Alckmin e Flávio Cury—, presentes à conversa.
Depois, Demóstenes mordeu. Afirmou que, no âmbito partidário, Arruda está sujeito aos rigores do estatuto do DEM. Prevê, para transgressões graves, a expulsão sumária. Demóstenes soou duro:
“Vou votar pela expulsão sumária. Me perdoe a franqueza. Mas, daqui a pouco, vou dizer isso lá fora e você pode se sentir traído. Então, prefiro dizer agora”.
Fez-se, por alguns segundos, um silêncio de cemitério. O senador Heráclito Fortes (PI), que se reunira com Arruda na noite da véspera, interveio.
Na contramão de Demóstenes, sugeriu que o partido se limitasse a nomear uma “comissão de alto nível” para acompanhar as investigações abertas contra Arruda.
O deputado ACM Neto (DEM-BA) saiu-se com uma fórmula intermediária. Propôs a abertura de um processo disciplinar. Coisa que poderia resultar em mera advertência, suspensão ou, no limite, a expulsão do partido.
E Demóstenes: “Já que minha opinião é divergente, mantendo a posição”. Foi socorrido pelos líderes do partido no Congresso. Ronaldo Caiado (DEM-GO), líder na Câmara, disse que votaria na mesma linha de Demóstenes.
José Agripino (DEM-RN), líder no Senado, informou que também pendia para a expulsão sumária. Sobrevieram as vozes de Rodrigo Maia (RJ), presidente do DEM, de Alberto Fraga (DF), deputado licenciado e secretário de Arruda, e do senador Adelmir Santa (DF).
Realçaram a conveniência de o partido facultar a Arruda o direito de defesa. Algo que seria tolhido na hipótese de ser adotado o rito sumário.
Um dos advogados do governador disse que, privando Arruda de exercitar a sua defesa, o partido incorreria em método próprio da Inquisição.
Demóstenes não se deu por achado. Promotor licenciado, o senador faz uma analogia entre o procedimento político e uma ferramenta judicial.
Compara a expulsão sumária a uma “medida cautelar” à qual costumam recorrer os juízes para afastar preventivamente dos cargos gestores públicos sob suspeição.
Para Demóstenes, a expulsão a toque de caixa não privaria Arruda do direito de defesa, que seria exercido a posteriori.
Convencendo-se da inocência de Arruda, o partido poderia reinseri-lo em seus quadros.
Arruda cobrou “solidariedade” do partido. A mesma compreensão que o DEM dispensara a ACM no caso da violação do painel secreto do Senado.
Lembrou que, no escândalo de 2000, o PSDB, seu partido na época, o abandonara. Mas o DEM, então PFL, apoiara ACM.
Já na fase das despedidas, Arruda saiu-se com a frase incômoda. Vale a pena repetir: “Se o partido radicalizar comigo, vou radicalizar também”.
Da residência de Águas Claras, os ‘demos’ rumaram para o apartamento de Agripino. Já haviam se reunido ali antes da conversa com Arruda.
Reproduziu-se o dissenso. Um pedaço do partido, Demóstenes à frente, apegado à tática do mata-e-esfola.
Outro naco agarrado à fórmula ACM Neto: abertura de processo, apresentação da defesa e, só então, o julgamento.
Divididos, os ‘demos’ foram ao apartamento do deputado Paulo Bornhausen (SC). Ali, aguardava-os o pai do anfitrião, Jorge Bornhausen.
Incorporaram-se ao grupo outros ‘demos’ ilustres. Entre eles o senador Marco Maciel (PE). Somaram-se à corrente que defendia a abertura de processo.
A decisão do DEM será anunciada até o final do dia. De madrugada, caminhava-se para a abertura do processo.
O ritmo não terá a rapidez desejada por Demóstenes. Mas pretende-se cuidar para que também seja tão lento.
Premido pela força das evidências que emparedaram Arruda, o DEM espera resolver a encrenca em 15 dias.
Uma semana para a apresentação da defesa do governador. Mais uma semana para análise de um relator a ser nomeado por Rodrigo Maia.
Em seguida, o processo será submetido à deliberação da Executiva nacional do partido.
Torça-se para que Arruda sinta-se desamparado. A essa altura, a prometida radicalização do governador interessa vivamente à platéia.
“Se o partido radicalizar comigo, vou radicalizar também”, disse o governador do Distrito Federal, em timbre de ameaça.
Ficou boiando na atmosfera a impressão de que Arruda dispõe de munição. Pior: Levado ao pelourinho, não hesitaria em abrir o paiol.
A conversa com os mandachuvas do DEM consumiu duas horas da tarde desta segunda (30).
Deu-se em Águas Claras, a residência oficial do governador do DF. O encontro foi tenso. Começou com as explicações de Arruda.
Na essência, expôs aos companheiros de partido o mesmo trololó que repetiria depois aos repórteres.
Desqualificou Durval Barbosa, o ex-secretário que se converteu em delator junto ao Ministério Público.
Reconheceu o recebimento de verbas. Disse que a coisa fora contabilizada. Não convenceu.
Coube a Demóstenes Torres (GO) eletrificar o ambiente. Primeiro, o senador soprou.
Disse a Arruda que ele tem “grande chance” de safar-se das acusações de corrupção no âmbito judicial.
Elogiou a competência dos advogados do governador –José Eduardo Alckmin e Flávio Cury—, presentes à conversa.
Depois, Demóstenes mordeu. Afirmou que, no âmbito partidário, Arruda está sujeito aos rigores do estatuto do DEM. Prevê, para transgressões graves, a expulsão sumária. Demóstenes soou duro:
“Vou votar pela expulsão sumária. Me perdoe a franqueza. Mas, daqui a pouco, vou dizer isso lá fora e você pode se sentir traído. Então, prefiro dizer agora”.
Fez-se, por alguns segundos, um silêncio de cemitério. O senador Heráclito Fortes (PI), que se reunira com Arruda na noite da véspera, interveio.
Na contramão de Demóstenes, sugeriu que o partido se limitasse a nomear uma “comissão de alto nível” para acompanhar as investigações abertas contra Arruda.
O deputado ACM Neto (DEM-BA) saiu-se com uma fórmula intermediária. Propôs a abertura de um processo disciplinar. Coisa que poderia resultar em mera advertência, suspensão ou, no limite, a expulsão do partido.
E Demóstenes: “Já que minha opinião é divergente, mantendo a posição”. Foi socorrido pelos líderes do partido no Congresso. Ronaldo Caiado (DEM-GO), líder na Câmara, disse que votaria na mesma linha de Demóstenes.
José Agripino (DEM-RN), líder no Senado, informou que também pendia para a expulsão sumária. Sobrevieram as vozes de Rodrigo Maia (RJ), presidente do DEM, de Alberto Fraga (DF), deputado licenciado e secretário de Arruda, e do senador Adelmir Santa (DF).
Realçaram a conveniência de o partido facultar a Arruda o direito de defesa. Algo que seria tolhido na hipótese de ser adotado o rito sumário.
Um dos advogados do governador disse que, privando Arruda de exercitar a sua defesa, o partido incorreria em método próprio da Inquisição.
Demóstenes não se deu por achado. Promotor licenciado, o senador faz uma analogia entre o procedimento político e uma ferramenta judicial.
Compara a expulsão sumária a uma “medida cautelar” à qual costumam recorrer os juízes para afastar preventivamente dos cargos gestores públicos sob suspeição.
Para Demóstenes, a expulsão a toque de caixa não privaria Arruda do direito de defesa, que seria exercido a posteriori.
Convencendo-se da inocência de Arruda, o partido poderia reinseri-lo em seus quadros.
Arruda cobrou “solidariedade” do partido. A mesma compreensão que o DEM dispensara a ACM no caso da violação do painel secreto do Senado.
Lembrou que, no escândalo de 2000, o PSDB, seu partido na época, o abandonara. Mas o DEM, então PFL, apoiara ACM.
Já na fase das despedidas, Arruda saiu-se com a frase incômoda. Vale a pena repetir: “Se o partido radicalizar comigo, vou radicalizar também”.
Da residência de Águas Claras, os ‘demos’ rumaram para o apartamento de Agripino. Já haviam se reunido ali antes da conversa com Arruda.
Reproduziu-se o dissenso. Um pedaço do partido, Demóstenes à frente, apegado à tática do mata-e-esfola.
Outro naco agarrado à fórmula ACM Neto: abertura de processo, apresentação da defesa e, só então, o julgamento.
Divididos, os ‘demos’ foram ao apartamento do deputado Paulo Bornhausen (SC). Ali, aguardava-os o pai do anfitrião, Jorge Bornhausen.
Incorporaram-se ao grupo outros ‘demos’ ilustres. Entre eles o senador Marco Maciel (PE). Somaram-se à corrente que defendia a abertura de processo.
A decisão do DEM será anunciada até o final do dia. De madrugada, caminhava-se para a abertura do processo.
O ritmo não terá a rapidez desejada por Demóstenes. Mas pretende-se cuidar para que também seja tão lento.
Premido pela força das evidências que emparedaram Arruda, o DEM espera resolver a encrenca em 15 dias.
Uma semana para a apresentação da defesa do governador. Mais uma semana para análise de um relator a ser nomeado por Rodrigo Maia.
Em seguida, o processo será submetido à deliberação da Executiva nacional do partido.
Torça-se para que Arruda sinta-se desamparado. A essa altura, a prometida radicalização do governador interessa vivamente à platéia.
Sob holofotes, José Roberto Arruda disse que os recursos que recebera de seu delator Durval Barbosa “foram regularmente registrados ou contabilizados”.
Deu a entender que, a exemplo de “todos os demais itens da campanha eleitoral”, os mimos de seu ex-secretário foram aos arquivos do TRE do DF. Meia-verdade.
Minutos antes de ler o comunicado aos jornalistas, o governador do Distrito Federal reunira-se com a cúpula do seu partido, o DEM.
Entre quatro paredes, Arruda expusera os argumentos que divulgaria a seguir. Segundo apurou o blog, o senador Demóstenes Torres (DEM-GO) perguntou:
“Quando você declarou esses recursos à Justiça Eleitoral, foi na época do recebimento?” E Arruda: “Não, foi no início desse ano”.
Num dos inúmeros vídeos que infestam a web e as tevês de imagens vadias, Arruda aparece recolhendo das mãos de Durval um maço de notas (R$ 50 mil).
A cena é de agosto de 2006. Arruda era candidato ao governo do DF. Durval, seu benfeitor, presidia a Codeplan, uma estatal do GDF.
No comunicado que leu aos repórteres nesta segunda (30), Arruda esclareceu que a mordida de 2006 não foi a única.
Sem especificar cifras, falou de “recursos eventualmente recebidos por nós do denunciante, para ações sociais, nos anos de 2004, 2005 e 2006”.
Ou seja, a comunicação à Justiça Federal se deu com atraso de até cinco anos. Considerando-se os recebimentos de 2006, a demora foi de três anos.
Na reunião com os companheiros de partido e no contato com a imprensa, Arruda se fez acompanhar dos advogados José Eduardo Alckmin e Flávio Cury.
Na reunião fechada com os morubixabas da tribo ‘demo’, um dos doutores, José Alckmin, esclarecera o seguinte:
O comunicado temporão que Arruda enviara à Justiça Federal já havia sido analisado e devidamente arquivado. Ficou claro para os presentes:
1. Arruda sabia que Durval, até a última sexta-feira (27) seu secretário de Assuntos Institucionais, dispunha de um lote de vídeos comprometedores.
2. Sabia que as imagens poderiam vazar a qualquer momento.
3. Precavendo-se contra o escândalo que esperava para acontecer, levou ao TRE os registros monetários fora de época.
Resta saber agora se o TRE não se animará a reexaminar os dados depois que veio à luz a profusão de evidências que apontam para a origem ilícita das verbas.
Supõe-se, de resto, que o Ministério Público, condutor da investigação contra Arruda e Cia., vá requerer ao TRE os registros inusuais da verba dos panetone$.
Deu a entender que, a exemplo de “todos os demais itens da campanha eleitoral”, os mimos de seu ex-secretário foram aos arquivos do TRE do DF. Meia-verdade.
Minutos antes de ler o comunicado aos jornalistas, o governador do Distrito Federal reunira-se com a cúpula do seu partido, o DEM.
Entre quatro paredes, Arruda expusera os argumentos que divulgaria a seguir. Segundo apurou o blog, o senador Demóstenes Torres (DEM-GO) perguntou:
“Quando você declarou esses recursos à Justiça Eleitoral, foi na época do recebimento?” E Arruda: “Não, foi no início desse ano”.
Num dos inúmeros vídeos que infestam a web e as tevês de imagens vadias, Arruda aparece recolhendo das mãos de Durval um maço de notas (R$ 50 mil).
A cena é de agosto de 2006. Arruda era candidato ao governo do DF. Durval, seu benfeitor, presidia a Codeplan, uma estatal do GDF.
No comunicado que leu aos repórteres nesta segunda (30), Arruda esclareceu que a mordida de 2006 não foi a única.
Sem especificar cifras, falou de “recursos eventualmente recebidos por nós do denunciante, para ações sociais, nos anos de 2004, 2005 e 2006”.
Ou seja, a comunicação à Justiça Federal se deu com atraso de até cinco anos. Considerando-se os recebimentos de 2006, a demora foi de três anos.
Na reunião com os companheiros de partido e no contato com a imprensa, Arruda se fez acompanhar dos advogados José Eduardo Alckmin e Flávio Cury.
Na reunião fechada com os morubixabas da tribo ‘demo’, um dos doutores, José Alckmin, esclarecera o seguinte:
O comunicado temporão que Arruda enviara à Justiça Federal já havia sido analisado e devidamente arquivado. Ficou claro para os presentes:
1. Arruda sabia que Durval, até a última sexta-feira (27) seu secretário de Assuntos Institucionais, dispunha de um lote de vídeos comprometedores.
2. Sabia que as imagens poderiam vazar a qualquer momento.
3. Precavendo-se contra o escândalo que esperava para acontecer, levou ao TRE os registros monetários fora de época.
Resta saber agora se o TRE não se animará a reexaminar os dados depois que veio à luz a profusão de evidências que apontam para a origem ilícita das verbas.
Supõe-se, de resto, que o Ministério Público, condutor da investigação contra Arruda e Cia., vá requerer ao TRE os registros inusuais da verba dos panetone$.
CNBB se diz perplexa com oração de aliados de Arruda após receberem propina
da Folha Online
O secretário geral da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), dom Dimas Lara Barbosa, ficou revoltado ao ser informado sobre o vídeo em que aliados do governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda (DEM), alvos da Operação Caixa de Pandora, da Polícia Federal, oram após receberem propina.
"Essa cena eu ainda não vi e de certo modo foi bom ainda não ter visto, pois me sentiria revoltado", afirmou.
Aliados de Arruda foram filmados recebendo dinheiro e guardando maços de notas em bolsas, bolsos e até dentro de meias.
Após receberem a propina, o deputado Rubens César Brunelli (PSC), o atual presidente da Câmara, Leonardo Prudente (DEM), e Durval Barbosa, ex-assessor de Arruda e colaborador da PF que entregou o suposto esquema de desvio de verbas públicas e arrecadação de propina de empresas para pagar despesas de campanha e distribuir recursos à base aliada do governador, oram.
"Lamento que a religião esteja tão banalizada a tal ponto de as pessoas não a verem como serviço a Deus e ao próximo, mas como servir-se da fé e do próximo; isso é uma inversão total de valores", disse o secretário geral da CNBB.
Dom Dimas reafirmou ainda a perplexidade da entidade diante dos vídeos divulgados e cobrou apuração rigorosa dos fatos. "Estamos perplexos com o que já vimos nesse caso e queremos que as investigações sejam ágeis e que, o quanto antes, a ética possa prevalecer e os fatos possam ser esclarecidos."
Fonte:http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u659681.shtml
O secretário geral da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), dom Dimas Lara Barbosa, ficou revoltado ao ser informado sobre o vídeo em que aliados do governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda (DEM), alvos da Operação Caixa de Pandora, da Polícia Federal, oram após receberem propina.
"Essa cena eu ainda não vi e de certo modo foi bom ainda não ter visto, pois me sentiria revoltado", afirmou.
Aliados de Arruda foram filmados recebendo dinheiro e guardando maços de notas em bolsas, bolsos e até dentro de meias.
Após receberem a propina, o deputado Rubens César Brunelli (PSC), o atual presidente da Câmara, Leonardo Prudente (DEM), e Durval Barbosa, ex-assessor de Arruda e colaborador da PF que entregou o suposto esquema de desvio de verbas públicas e arrecadação de propina de empresas para pagar despesas de campanha e distribuir recursos à base aliada do governador, oram.
"Lamento que a religião esteja tão banalizada a tal ponto de as pessoas não a verem como serviço a Deus e ao próximo, mas como servir-se da fé e do próximo; isso é uma inversão total de valores", disse o secretário geral da CNBB.
Dom Dimas reafirmou ainda a perplexidade da entidade diante dos vídeos divulgados e cobrou apuração rigorosa dos fatos. "Estamos perplexos com o que já vimos nesse caso e queremos que as investigações sejam ágeis e que, o quanto antes, a ética possa prevalecer e os fatos possam ser esclarecidos."
Fonte:http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u659681.shtml
Assinar:
Postagens (Atom)


