
O Sindicato dos Policiais Civis e Trabalhadores da Segurança Pública (Sinpol/RN) deu mais um tempo para o Governo do Estado apresentar uma proposta real que atenda as reivindicações feitas pela categoria.Foi isso que ficou decidido na assembleia realizada sexta-feira (5), na sede do Sindicato. Contudo, ficou combinado também que, se no próximo encontro com os governistas, marcado para a sexta-feira (12), o impasse não for resolvido, uma nova greve deve começar.
O indicativo de greve para a próxima sexta-feira foi aprovado por unanimidade pela categoria. Isso porque o Governo do Estado, na reunião ocorrida com o Gabinete Civil na quinta-feira passada, simplesmente não apresentou nenhuma solução para as reivindicações do Sindicato apresentadas ainda na paralisação realizada em novembro de 2009.A justificativa dada pelos governistas para a demora na apresentação de uma proposta foi os problemas causados por outras greves – a da Saúde e a da Educação.
O Gabinete Civil pediu até a quinta-feira para apresentar uma proposta concreta e, caso não o faça, uma nova paralisação vai começar. “Se essa nova paralisação vai acontecer ou não, quem vai decidir é o Governo, a partir do que ele tem a apresentar no dia 11”, afirmou a presidente do Sinpol, Vilma Marinho.O Sindicato espera, ainda, a retirada total dos presos das delegacias; a reestruturação do Plano de Cargos e Salários, com a redução das classes e a criação da progressão horizontal, em níveis; o aumento do efetivo Policial Civil, com a convocação dos aprovados no concurso realizado em 2008; promoções automáticas; o aumento das chefias de investigação e cartório; implantação e parcelamento do retroativo das promoções referência Outubro/2004; e a autonomia financeira e criação do Fundo para a Polícia Civil.
Outra reivindicação da categoria, a publicação do Decreto que Regulamenta o livre acesso dos policiais civis em locais sujeitos à fiscalização policial, será negociada em uma reunião para esta segunda-feira (8) com a Consultora Geral do Estado.Sobre a contratação dos aprovados no concurso da Polícia Civil, o secretário-adjunto da Secretaria de Defesa Social e Segurança Pública (Sesed), João Eider Furtado, afirmou que ainda procura um local para a realização do curso de formação e também aguarda um orçamento detalhado de quanto isso vai custar aos cofres públicos para que o curso possa ser começado. O prédio do Instituto Kennedy, em Natal, pode ser o escolhido para a realização das aulas preparatórias.
O indicativo de greve para a próxima sexta-feira foi aprovado por unanimidade pela categoria. Isso porque o Governo do Estado, na reunião ocorrida com o Gabinete Civil na quinta-feira passada, simplesmente não apresentou nenhuma solução para as reivindicações do Sindicato apresentadas ainda na paralisação realizada em novembro de 2009.A justificativa dada pelos governistas para a demora na apresentação de uma proposta foi os problemas causados por outras greves – a da Saúde e a da Educação.
O Gabinete Civil pediu até a quinta-feira para apresentar uma proposta concreta e, caso não o faça, uma nova paralisação vai começar. “Se essa nova paralisação vai acontecer ou não, quem vai decidir é o Governo, a partir do que ele tem a apresentar no dia 11”, afirmou a presidente do Sinpol, Vilma Marinho.O Sindicato espera, ainda, a retirada total dos presos das delegacias; a reestruturação do Plano de Cargos e Salários, com a redução das classes e a criação da progressão horizontal, em níveis; o aumento do efetivo Policial Civil, com a convocação dos aprovados no concurso realizado em 2008; promoções automáticas; o aumento das chefias de investigação e cartório; implantação e parcelamento do retroativo das promoções referência Outubro/2004; e a autonomia financeira e criação do Fundo para a Polícia Civil.
Outra reivindicação da categoria, a publicação do Decreto que Regulamenta o livre acesso dos policiais civis em locais sujeitos à fiscalização policial, será negociada em uma reunião para esta segunda-feira (8) com a Consultora Geral do Estado.Sobre a contratação dos aprovados no concurso da Polícia Civil, o secretário-adjunto da Secretaria de Defesa Social e Segurança Pública (Sesed), João Eider Furtado, afirmou que ainda procura um local para a realização do curso de formação e também aguarda um orçamento detalhado de quanto isso vai custar aos cofres públicos para que o curso possa ser começado. O prédio do Instituto Kennedy, em Natal, pode ser o escolhido para a realização das aulas preparatórias.
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